COMUNICAÇÃO

Padrões de aplicação são relembrados em Ato da Reitoria. Manual da marca e guia que norteia a utilização de assinaturas auxiliares estão reunidos em site

Oguia possui uma tabela de busca rápida, apontando o tipo de assinatura, indicações de uso, modelos e a paginação exata com informações. Imagem: Reprodução

 

A Universidade de Brasília publicou o Ato da Reitoria nº 0038/2024, que institui padrões para o uso da Marca UnB. Os parâmetros estão descritos no Manual de Identidade Visual e noGuia de Construção e Aplicação de Assinaturas Auxiliares da Marca UnB, ambos elaborados pela Secretaria de Comunicação da Universidade (Secom/UnB).

 

O Ato determina que fica à cargo da Secom a gestão de comunicação da marca, com a função de supervisionar e de assessorar tecnicamente as unidades acadêmicas e administrativas para a sua correta aplicação. A gestão comercial e da propriedade intelectual da Marca UnB compete ao Núcleo de Propriedade Intelectual (Nupitec/CDT/DPI).

 

“A Secom deve trabalhar em uma perspectiva educativa com a comunidade universitária e parceiros da instituição, para que a marca não se descaracterize, e para que seja salvaguardada. Assim, observamos as aplicações da marca e nos colocamos sempre à disposição, junto às unidades acadêmicas e administrativas, para que as aplicações sejam corretas nos mais diferentes contextos”, explica a secretária de Comunicação, Mônica Nogueira.

 

IDENTIDADE VISUAL – A Secom criou, em 2022, a Câmara Técnica (CT) de Identidade Visual e Aplicação da Marca UnB, responsável por desenvolver o Guia de Construção e Aplicação de Assinaturas Auxiliares da Marca UnB. Com intuito de estabelecer um padrão para uso da marca UnB, o documento apresenta modelos de assinatura auxiliares para serem empregados nas identificações das unidades acadêmicas da Universidade.

 

“Esse documento define como as unidades devem se identificar para manter o padrão visual da marca da Universidade. Com a assinatura auxiliar é mais fácil conectar uma unidade administrativa ou acadêmica à própria UnB, tendo em vista que fazer uma marca própria dilui, dificulta o reconhecimento e enfraquece a identidade da marca UnB”, afirma a designer Ana Rita Grilo, do Núcleo de Design da Secom e presidente da Câmara Técnica.

O guia apresenta alguns exemplos de mau uso da marca, e ao lado, a forma correta de aplicá-la. Imagem: Reprodução

 

O guia é um complemento do Manual de Identidade Visual, publicado em 2008. Segundo a designer, o trabalho que resultou na primeira edição do manual foi etapa preliminar da criação da identidade visual da Universidade.

 

“O manual focaliza a marca, a identidade visual, e no mesmo ato [de sua criação] diz que as unidades acadêmicas e administrativas não devem desenvolver marcas próprias, nem gerar derivações da marca institucional. Mas, ao longo dos anos, percebemos que as unidades também têm dúvidas de como assinar junto à marca”, observa a secretária Mônica Nogueira.

 

Em 2022 ocorreu nova etapa do processo de criação da identidade visual da UnB e, dentre as necessidades, estava a atualização do manual, que segue em andamento. A contemplação de um leque maior de possibilidades, suprindo lacunas percebidas na primeira versão, foi ponto de atenção. As orientações sobre assinaturas auxiliares partem daí.

 

“Já existiam alguns modelos com orientações de como fazer as assinaturas auxiliares, mas não havia um documento que especificasse como deveriam ser realizadas, e nem a forma de usar os modelos. Desse modo, o guia lançado estabelece exatamente como as assinaturas devem ser feitas, construídas e aplicadas, e cada modelo tem uma orientação de como ser utilizado”, detalha Ana Rita.

 

O manual e o guia podem ser encontrados no site da Marca UnB, que também disponibiliza para download arquivos da marca e fontes UnB. A página se destina a nortear discentes, docentes e servidores técnicos sobre o uso padronizado da marca da Universidade. “É um site que todos que trabalham dentro da Universidade deveriam acessar, e toda comunidade universitária deveria conhecer”, ressalta a designer.

 

De acordo com o guia, estão previstas revisão, atualização e ampliação do Manual de Identidade Visual da UnB, junto à implementação da grife UnB, com diretrizes do uso comercial da marca, e outras ações debranding para consolidar a marca da instituição.

 

Ana Rita Grilo destaca que as unidades acadêmicas e administrativas devem contatar o Núcleo de Design da Secom, pelo e-mailEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., para solicitar as assinaturas auxiliares. “Não é interessante que tentem fazer por si só, porque, possivelmente, vão fugir do padrão. Dessa forma, preferimos disponibilizar esses arquivos para ter um maior controle em relação ao padrão dessas assinaturas”, reforça.

 

Mônica Nogueira aponta que o melhor é usar o guia para fortalecer a marca UnB, porém, nas situações em que as unidades estejam desenvolvendo marcas associadas à da Universidade, é importante buscar a Secom. “As unidades devem procurar a Secretaria de Comunicação da Universidade para que façamos um estudo e verifiquemos se esse desenvolvimento não compromete a integridade da marca UnB. É nossa atribuição acolher essas solicitações de assessoramento, para proteger a marca."

 

O uso indevido da marca pode ser denunciado à Ouvidoria da Universidade de Brasília (OUV). As manifestações são feitas pelo Fala.BR (Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação), por carta ou pessoalmente. 

 

*estagiária de Jornalismo na Secom/UnB.

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